sábado, 11 de dezembro de 2010

Jesus, o Rei dos Reis

“Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!” (1 Timóteo 6.13-16).

         Jesus falou ao governador romano Pilatos que o Seu reino não era deste mundo (João 18.36); mostrou (mesmo em sofrimento) , que qualquer poder ou autoridade procedia de Deus (João 19.11).

         De fato, Ele é o “Rei dos reis” e “Senhor dos senhores” (cf. tb. Ap 17.14 e 19.16).

         Matthew Henry (Ap 17.14) assevera que:
“...Ele tem domínio supremo e poder sobre todas as coisas; todos os poderes da terra e do inferno estão sujeitos ao seu controle. Seus seguidores são chamados para esta guerra, são preparados para ela e serão fiéis nela”.
         O grande reformador João Calvino (Ef 4.18), disse que:
“...O maior triunfo que Deus já granjeou foi aquele em que Cristo, depois de subjugar o pecado, vencendo a morte e pondo Satanás em fuga, subiu majestosamente ao céu para exercer seu glorioso reinado sobre a Igreja”. Diante de Jesus Cristo se dobram todas as pessoas, todos os anjos e demônios, todos os reis da terra e seus súditos, todos os doutos e os indoutos, todos os religiosos e os ateus".
         O menino que nasceu (que não é comemorado por muitos) é aquele que é descendente de Davi, conforme a Palavra de Deus:
“Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim” (Lc 1.32-33).
         Conforme a profecia de Isaías :
"Por que um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi...” (Is 9.6,7)

          O objetivo da vinda de Cristo é a salvação das pessoas, uma vez que Deus deseja que reconheçam pela fé o senhorio de Cristo: "
"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai"  (Fp 2.9-11).
         Sendo assim, você já reconheceu e confessou que Jesus é o “Rei dos reis” e “Senhor dos senhores”?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA



A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.


Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).


Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.


Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [link – http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.


Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

COMO VOCÊ ENCARA O SOFRIMENTO?



Vive-se grande tensão a cada dia, seja na política, no futebol, na economia, na saúde, na segurança, entre outros. A guerra parece iminente diante do antagonismo entre as partes beligerantes. Isso denota uma peleja em todas as frentes e por todos os meios disponíveis. Não há misericórdia. Não há descanso.


Ser um cristão nos dias atuais implica em viver lutas infernais, com a graça e a paz de Cristo.

No início do capítulo quatro, o apóstolo Pedro diz que:
“... Cristo sofreu corporalmente [na carne], armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo [em sua carne] rompeu com o pecado...” (vs. 1, NVI).
É a repetição do pensamento de 1 Pedro 2.21-24 (NVI):

“Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” [Is 53.9]. Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça. Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês foram curados”.
Você pode encarar o sofrimento de maneira pedagógica e espiritual em 1 Pedro 4.12-19:

Primeiro, O SOFRIMENTO NÃO DEVE NOS SURPREENDER, MAS NOS ALEGRAR NO SENHOR  (vs. 12-14, NVI):
Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo. Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria. Se vocês são insultados por causa do nome de Cristo, felizes são vocês, pois o Espírito da glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vocês.
Vários servos de Deus fizeram isso no passado.

Jesus nos ensinou isso em Mateus 5.11-12 e Lucas 6.22:

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós”.
“Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem.”


Segundo, O SOFRIMENTO NÃO DEVE NOS ENVERGONHAR, MAS GLORIFICAR AO SENHOR (vs. 15-16, NVI)
Se algum de vocês sofre, que não seja como assassino, ladrão, criminoso, ou como quem se intromete em negócios alheios. Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome
A única coisa que pode envergonhar aquele crê em Jesus é o seu próprio pecado:
“Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti” (Dn 9.8)
Se ele sofre como um cristão ele não deve se envergonhar, mas deve glorificar o nome do Senhor:
“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16)

 Terceiro, O SOFRIMENTO NÃO DEVE NOS AMEDRONTAR, MAS REVELAR A JUSTIÇA DO SENHOR (vs. 17-19, NVI):
Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? E, “se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador?” [Pv 11.31] Por isso mesmo, aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar sua vida ao seu fiel Criador e praticar o bem
Deus é o justo e reto juiz:
Dt 32.4 - “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto”;
Sl 7.11 - “Deus é justo juiz, Deus que sente indignação todos os dias”;
Sl 68.5 - “Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada”;
Is 33.22 - “Porque o SENHOR é o nosso juiz, o SENHOR é o nosso legislador, o SENHOR é o nosso Rei; ele nos salvará”;
2 Tm 4.8 - “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda”;
Hb 10.31 - “Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo”.
Mas será que necessitamos de sofrer?

Alguém disse que: “[...] Algumas vezes Deus precisa derrubar-nos de costas para que olhemos para cima... Algumas vezes vemos mais através de uma lágrima do que através de um telescópio”.

As experiências de outras pessoas podem nos ajudar a imitar a Cristo no sofrimento.

Conta certa pessoa, que não quis se identificar, desabafou:

O nosso ônibus atrasou quarenta e cinco minutos em virtude de um pneu furado. Cheguei ao hospital e recebi a notícia de que minha esposa falecera meia hora antes de minha chegada. A morte fora súbita. E nossa vida feliz de casados durou apenas três anos e meio! Meu coração estava amargurado e cheio de aflição. Eu quase cheguei a blasfemar contra Deus, porque minha filhinha de dois anos e eu ficamos sós na tristeza.

Depois de algum tempo, meu coração se encheu de uma paz estranha. O peso da amargura foi aliviado. Foi quando experimentei o significado da expressão: “...paz de Deus, que excede todo o entendimento...” (Filipenses 4.7).

Cada passagem bíblica lida no ofício fúnebre tornou-se mais vívida para mim. Meu coração rejubilou-se na certeza de que o túmulo não permaneceria fechado para sempre. A morte não terá vitória final.
Você não tem o controle de todas as coisas, mas Deus tem.

Geralmente as pessoas acham que controlam todas as coisas.

O sofrimento pode surgir a qualquer um e em qualquer momento.

Por isso aprenda a entregar-se àquele que sofreu mais do que todas as pessoas - Jesus Cristo.

Ore e entregue o seu coração a Ele!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

VENHA PARA A PEDRA VIVA!

Jesus Cristo é a base da vida humana. Nada existe sem Ele!


A visão cristã ensina que o maior problema das pessoas é o pecado. Qual seria, então, a solução para esse problema?

Resposta: A salvação!

Mas essa resposta mostra uma diferença fundamental entre as religiões nos dizem para buscar a salvação e aquela que é descrita pelo Evangelho de Cristo. Para as religiões a salvação está em buscar por meio de “esforços morais”; para o evangelho a salvação está em buscar por meio da “graça de Cristo”.

O pecador que busca a religião tenta desesperadamente cobrir os seus pecados com as suas obras, fruto de seu egoísmo e seus próprios interesses, acima de tudo.

Há duas maneiras de fazer isso: a primeira diz - “viverei a vida do jeito que quiser”; a segunda admite - “viverei minha vida evitando o pecado e a Jesus Cristo”. Tanto os não religiosos como os religiosos não sabem direito o que fazer com os seus pecados. A Bíblia diz que ambos estão perdidos, pois o primeiro vive centrado no seu “eu pessoal” (que pode ou não ser moral, mas não salva), e, o segundo centrado no cumprimento de leis e regras do tipo “eu obedeço, logo sou aceito” (que são morais, mas não salvam).

O apóstolo Pedro em 1 Pedro 2.4-8 mostra que o evangelho possibilita levar uma vida radicalmente diferente das duas maneiras acima:

Primeiro, deixando todos os pressupostos anteriores e indo em direção de Cristo (vs. 4-5):
 
 "Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa; também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo"
Segundo, crendo que Cristo é o único que é suficiente para salvar os pecados das pessoas (vs. 7-8):  

"Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos" .

Venha para a “pedra viva”, que é Cristo!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Como Agir e Reagir?

Leia: 1 Samuel 30.1-31

“Davi muito se angustiou, pois o povo falava em apedrejá-lo, porque todos estavam em amargura, cada um por causa de seus filhos e de suas filhas; porém Davi se reanimou no Senhor, seu Deus” (vs.6)

Não há o que duvidar Davi derrotou os amalequitas. Note que “[...] os amalequitas, os terríveis inimigos de Israel tinham atacado a cidade, sabendo-a desguarnecida e tendo sido levados prisioneiros os habitantes, inclusive as mulheres de Davi...”; aproveitaram-se “ [...]do fato de os exércitos estarem no campo de batalha e atacaram a cidade, reduzindo tudo a cinzas...” (Antonio Neves de Mesquita, in “Estudo nos Livros de Samuel”, Casa Publicadora Batista: Rio de Janeiro/RJ, 1973, p. 104).

Ziclague foi totalmente saqueada, queimada e todos os seus habitantes levados cativos (vs.3). Davi e o povo que se acharam com ele choraram até não terem mais forças para chorar (vs.4). Estima-se que os soldados e os que os acompanhavam tivessem caminhado cerca de 40 km por dia durante três dias (vs.1).

Davi estava angustiado, pois as pessoas queriam apedrejá-lo por causa da amargura (vs. 6)

Há muitos amalequitas espalhados pela face da terra, uma espécie de "clonagem" em série. Precisamos estar iminentemente atentos quanto a isso, porquanto alguns deles já podem estar a caminho, vindo para vencer. Como deveremos agir e reagir a fim de permanecer inabaláveis?

O capítulo 30 do primeiro livro de Samuel nos descortina tremendas lições, a partir da história de Davi, que foi quase apedrejado. Vejamos que lições práticas sua história contém para o benefício de nossas vidas.

Reanime-se no Senhor. Aprendemos, com base neste capítulo, sobre a absoluta necessidade do povo da Aliança reanimar-se no Senhor. Como devemos fazer isso? Peça a Jesus força (Fp 4.13). Levante-se e lute. Aprenda com as derrotas. Reanime-se no Senhor, mesmo que você esteja caído; mesmo que esteja machucado e a vitória, ainda, não tenha vindo. O Senhor está conosco (Sl 23.4, Mt 28.20b). “...Davi se reanimou no Senhor, seu Deus” (vs. 6).

Levante-se no Senhor. Em segundo lugar, devemos nos despojar de toda e qualquer suficiência, e, nos levantarmos no Senhor. Davi disse a Abiatar, o sacerdote que trouxesse a estola sacerdotal e, então, orou o Senhor expondo diante dele as suas dúvidas e o Senhor lhe respondeu que perseguisse o bando (v. 8). O que o ele fez no fundo foi levantar-se da situação em que estava imerso. Jesus conta a história do “filho pródigo” de Lucas 15.11-32, em que mostra o moço que desonrou seu pai, que gastou todos os bens, que vivia dissolutamente; mas, que “caiu em si” e levantou-se no Senhor. Saia do lugar comum e levante-se no Senhor!

Vitorie-se no Senhor. Por fim, somos ensinados que Davi fez de sua fé uma coroa de louros da vitória, acreditando no inacreditável e recebendo o impossível como recompensa, porquanto caminhou em direção aos amalequitas e os venceu (vs. 17). Deus restituiu a Davi e ao povo tudo o que os amalequitas haviam tomado (vs.18-20). A fé nos proporciona intrepidez para enfrentar o presente com confiança, e o futuro, com esperança.

Matthew Henry (CPAD, 2001, p. 258) disse que: “Os que escolhem que o Senhor seja o seu Deus, podem ter da parte dEle o alento nas piores situações”.

Como agir e reagir? Reanime-se, levante-se e vitorie-se no Senhor!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Jesus e as nossas dúvidas


O Dr. Timothy Keller, em seu livro primeiro livro publicado no Brasil – “A fé na era do ceticismo” (2009), conta a história de Kelly. Ela experimentou que, enquanto lutava com a dúvida e com a fé, a passagem sobre Tomé (João 20.24-29) lhe trouxe grande conforto e alívio.
Diz Keller que Jesus exemplificou uma noção de dúvida mais nuançada do que a dos céticos e a dos crentes modernos. Quando confrontou o “incrédulo Tomé”, Jesus o desafiou a não se conformar com a dúvida (“crê!”), porém atendeu ao pedido do apóstolo para que fornecesse mais provas.

Em outro incidente, Jesus encontra um homem que confessa estar cheio de dúvidas (Marcos 9.24). O homem diz a Jesus: “...Ajuda-me na minha falta de fé!”, como querendo dizer – ajuda-me com as minhas dúvidas! Em resposta a essa admissão honesta, Jesus o abençoa e cura seu filho.

Em outra oportunidade, ainda, Jesus encontrou-se com discípulos de João Batista (Lucas 7.18-23), que apresentavam uma dúvida vinda do próprio precursor de Cristo – “És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?”. Note que João não guardou a dúvida para si mesmo, mas levou-a a Cristo.

Quer você se considere um crente ou um cético, eu o convido a buscar o mesmo tipo de honestidade de Tomé, João Batista... e a se esforçar para entender a natureza de suas dúvidas. O resultado superará qualquer expectativa que você possa ter.

Em resumo, assuma as suas dúvidas. Seja honesto ao analisá-las e busque entendê-las. Procure Jesus em oração. Reflita o que a Bíblia e outros livros sérios têm a dizer sobre elas.

Quais são as suas dúvidas, mesmo?

Você já levou a sua incredulidade a Jesus, em oração e reflexão?

sábado, 31 de julho de 2010

DEUS NÃO MUDA!

Lulu Santos e Nelson Motta são os compositores da música “Como uma Onda”. Uma parte desta diz “[...] tudo muda o tempo todo no mundo... Como uma onda no mar”.  Observe que, em parte, os compositores tem razão: a criação de Deus (chamada de natureza) muda, o tempo muda, as pessoas mudam, mas Deus não. Ele é imutável.

O profeta Malaquias fala por ‘boca de Deus’ e diz ao povo da Aliança: “Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos” (Ml 3.6). Ora, o atributo ou a qualidade de Deus não mudar é conhecida por “imutabilidade de Deus”. Ela é uma das perfeições de Deus, onde não há mudança no Seu Ser, nos Seus Planos, na Sua Palavra e nas Suas Promessas.

Note que enquanto ‘Deus não Muda’, o povo da Aliança mudou a sua forma de pensar, falar e agir, questionando a justiça de Deus. A resposta de Deus mostra que só o ‘arrependimento’ – mudança de mente e coração, é capaz de trazer o povo de volta para Deus, como reporta o profeta – “...não sois consumidos”.

Quando o povo volta-se para Deus, quebrantado e arrependido (cf. Sl 51.17), então Deus os aceita em Seu Filho Jesus. Por causa da sua imutabilidade, Ele disciplina e castiga o seu povo, mas não os destrói – “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos” (2 Co 4.8-9)

Você já tem experimentado as abençoadas promessas deste Deus que não muda? Ele continua amando, sendo bondoso e misericordioso.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ALEGRIA COMPLETA

“Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa” (1 João 1.4)

O que é alegria?

A melhor definição que encontrei diz que é “...um deleite na vida que é mais profundo do que a dor ou o prazer... não limitado por, nem ligado exclusivamente às circunstâncias externas... um dom de Deus... uma qualidade de vida e não simplesmente uma emoção transitória...” (Walter A.Elwell, ed., Evangelical Dictionary of Theology. Baker Book House: Grand Rapids EUA, 1984, p.588).

James I. Packer (in Religião Vida Mansa. Cultura Cristã: São Paulo, p.56) diz que a alegria é mais profunda que o prazer e não dependente dele, uma vez que Deus tem uma alegria completa, que não depende de somente de circunstâncias externas.

É exatamente o que encontramos nas Sagradas Escrituras!

O apóstolo escreve com quatro finalidades: 1. Para que a alegria possa ser plena no conhecimento de que Jesus é o filho de Deus que apareceu em carne (1,4); 2. Para que os filhos de Deus não pequem (2.1); 3. Para que amem uns aos outros (2.7-8); 4. Para que os filhos de Deus tenham certeza da salvação e sejam vitoriosos em Cristo (5.13).

Alegria é o segundo fruto do Espírito Santo (Gl 5.22).

“Alegria no Senhor” é a força motivadora e restauradora dos filhos de Deus (2 Co 10.17; Ne 8.10b; Fp 4.4). Observe, por exemplo, como o pecado roubou a “alegria no Senhor” de Davi e este suplicou-lhe que a alegria perdida fosse restituída (Sl 51.12 e 32.7,11).

O que temos feito para ter alegria completa em nossas vidas? Será que precisamos fazer bons programas, usar bons métodos, criar ambientes agradáveis, buscar coisas novas ou glorificar a Deus e estar em comunhão com o próximo?

sábado, 5 de junho de 2010

A COPA DA VIDA

1 Coríntios 9.24-25 e 2 Timóteo 2.5
Por que Copa do Mundo?

A palavra “copa”, no sentido esportivo, pode ser definida como “um troféu em forma de taça alongada, oferecido como prêmio aos vencedores em disputas esportivas: o Brasil ganhou cinco Copas do Mundo.” (Koogan-Houaiss). A Copa do Mundo é uma competição quadrienal aonde os países associados à FIFA, dos cinco continentes e que se classificaram para a competição, se reúnem para disputar entre si um troféu que é símbolo de luta e da vitória alcançada.

Há outra copa que é maior que a do mundo. É a Copa da Vida. Ela transcende a Copa do Mundo, pois trata da existência, da vida. Jesus é o seu autor e o seu consumador (Hb 12.2) e exige fé e arrependimento de seus competidores (Hb 11.6). O que fazer para ganhá-la?

Primeiro, SOMENTE UM LEVA O PRIMEIRO PRÊMIO: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio?...” (1 Co. 9:24). Só os que se chegam a Deus é que levam o prêmio da vida eterna. Note, entretanto, que essa aproximação se dá exclusivamente por Jesus; não há outro meio (Jo 14.6).

Segundo, SOMENTE OS QUE SE DOMINAM ALCANÇAM O PRÊMIO: “Todo atleta em tudo se domina...” (1 Co. 9.25). Só os que perseveram até o fim é que serão salvos. Por isso a Palavra de Deus adverte – “...Seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida” (Ap 2.10, NVI).

Terceiro, SOMENTE VITORIOSOS, EM GERAL, SEGUEM AS NORMAS: “...o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas.” (2Tm.2.5). Por isso retire todos os seus pressupostos e obedeça a Deus. A Igreja da Velha Aliança fracassou muitas vezes por não obedecer (Dt 8.20; 1 Sm 15.22; Dn 9.11). É uma séria decisão que você pode tomar: “...Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5.29). Aceite os oferecimentos de Deus!

Entre nessa Copa da Vida!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A ESSÊNCIA DO AMOR

A secularização da igreja infelizmente tem permitido que valores eternos e absolutos sejam compreendidos e vividos de maneira errada, produzindo resultados desastrosos para a família, a igreja e a sociedade, em geral. A influência do cinema, da TV, da internet e das revistas tem trazido, na maioria das vezes, uma noção errada e nociva do que é amor.

Jay Adams (in “Para Adoçar um Casamento Azedo”, 1985, p. 6), mostra que o amor não é sentimento, mas uma resolução e uma doação, quando diz: “Primeiro de tudo, o amor não é sentimento. Antes de tudo mais, o amor é a resolução de fazer o bem por outra pessoa porque Deus ordenou que o fizesse. O amor começa, portanto, com um desejo de agradar a Deus. O amor pelo outro é uma disposição de dar-lhe o que você tiver de que ele necessita, porque você sabe que Deus assim quer. Onde existe o verdadeiro amor, o sentimento vem logo em seguida”.

Note que o padrão para o verdadeiro amor é Deus – “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4.8). Ele é a essência do amor. Ele é que determina que aos seus discípulos que amem, quer tenham vontade ou não, e o façam até para com os seus inimigos: “...amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5.45-46). Não existe saída, pois o amor pode ‘esfriar’, mas ele jamais acaba como dizem as Escrituras: “...o amor é forte como a morte...” (Ct 8.6); “O amor jamais acaba...” (1 Co 13.8).

Portanto, o amor começa com o desejo de agradar a Deus – “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei... Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (Jo 15.12,14). Foi por isso que Jesus resumiu os dez mandamentos dessa forma: “...Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10.27-28; cf. tb. Mc 12.28-34).

Perceba, ainda, que o amor a Deus traz bênçãos: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28); “buscai, pois em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).

Talvez você tenha dificuldades em amar. Por isso entregue-se a Deus e suplique que o Espírito Santo derrame este amor sobre o seu coração (Rm 5.5).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DESCANSO PARA CANSADOS

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30)

Já descemos a pé, com a família, a Estrada Velha de Santos. São cerca de nove quilômetros de descida. A panturrilha, conhecida como “batata da perna” chega a doer, dada a inclinação. A compensação por esta caminhada está na paisagem criada por Deus, nas obras artísticas, mas especialmente numa “casa de paragem”, como é conhecida, em meio a uma curva de quase noventa graus. Ali o viajor cansado encontra um verdadeiro oásis para refazer-se, aonde pode dessedentar-se, alimentar-se e assentar-se num dos bancos à sombra.

Ora, a correria destes tempos pós-modernos tem levado muitos à exaustão. As causas podem ser listadas; entre elas o trânsito caótico e a violência da cidade, as exigências da vida (estudo, trabalho, família...), os relacionamentos... As respostas que muitos encontram não satisfazem os anseios pessoais e podemos ver pessoas insatisfeitas, tristes, depressivas, murmuradoras da vida.

Queremos dizer a você que a verdadeira resposta para todos os “cansados e sobrecarregados” é Jesus. Parece simplista, mas é a verdade: Jesus é o Descanso para os Cansados. Ele disse: “... sem mim vocês não podem fazer coisa alguma” (Jo 15.5, NVI).

Quando aceitamos que Cristo é suficiente para resolver os nossos problemas, então, podemos contar com a sua bênção todos os dias da existência. O problema é que muita gente não percebe isso e confia na falha humanidade e faz dela a sua força: “...Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor” (Jr.17.5, NVI).

Há três lições muito claras aqui:

Primeiro, Jesus faz um convite agora a todos – “Venham a mim”. Ir a Jesus significa crer n’Ele. Atestamos isso em João 6.35: “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede”. Diz W. Hendriksen (Mateus, v. 1, 2001, p. 713): “Essa fé é conhecimento, assentimento e confiança, tudo de uma só vez. Além do mais, a fé, sendo dom do Espírito Santo, produz o fruto do Espírito Santo: amor, alegria, paz longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22; cf. Jo 14.15; 15.1-17; 1Jo 2.3). Ela produz as obras de gratidão, realizadas em espontânea obediência a Cristo”.

Segundo, Jesus fala aos cansados e sobrecarregados – “Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados”. A quem Jesus tinha em mente? Certamente as pessoas que eram sobrecarregadas pelos religiosos de seu tempo – os escribas e fariseus. W. Hendriksen diz: “A referência é a todos os que se acham oprimidos pelo pesado fardo de regras e regulamentos postos pelos ombros pelos escribas e fariseus, como se uma pessoa só pudesse ser salva quando em sua vida a obediência a todas essas tradições sobrepujasse a seus atos de desobediência.” (in Mateus, v. 1, 2001, p. 713). O texto de Mateus 23.4 mostra bem esse fato: “Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los".

A religião que não liberta, escraviza. Observe o que Paulo assevera: “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.15-16). O apóstolo João diz “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1 Jo 5.3-5). Naturalmente o convite de Cristo se aplica, também, a todos: “vinde a mim todos...”.

Terceiro, Jesus promete descanso para todos os cansados – “e eu lhes darei descanso; “tomem sobre vocês o meu jugo, e aprendam de mim”. Pergunta-se novamente: O que Jesus tinha em mente? W. Hendriksen (in Mateus, v. 1, 2001, p. 713) diz: “Tal refrigério não é só negativamente ausência de incerteza, temor ansiedade e desespero; positivamente, é paz de mente e coração (Sl 125.1; Is 26.3; 43.2; Jo 14.27; 16.33; Rm 5.1); certeza de salvação (2Co 5.1; 2Tm 1.12; 4.7,8; 2 Pe 1.10,11)”.

W. Hendriksen (in Mateus, v. 1, 2001, p. 713) diz, ainda: “E prossegue: Tomem sobre vocês o meu jugo, e aprendam de mim... Na literatura judaica, um “jugo” representa a soma total de obrigações que, segundo o ensino dos rabinos, uma pessoa deve assumir... o jugo que os mestres de Israel punham sobre os ombros do povo consistia num legalismo totalmente sem fundamento...”. Em outras palavras a salvação do fiel era, na posição dos rabinos, a obediência rigorosa a um volume de regras e mais regras.

Observe que o jugo e o fardo deveriam ser proporcionais. Novamente citando W. Hendriksen (in Mateus, v. 1, 2001, p. 716) vemos aqui boa interpretação: ”[...] um jugo literalmente falando, era uma armação de madeira, colocada sobre os ombros de uma pessoa a fim de tornar um volume ou fardo mais fácil de carregar, distribuindo seu peso em proporções iguais aos lados opostos do corpo... se o fardo fosse por demais pesado, o jugo poderia não ser suficiente para ajudar o usuário...”. Em outras palavras, o jugo e o fardo deveriam ser proporcionais.

Tomar o jugo de Jesus e tornar-se seu discípulo é achar descanso para as almas (para si mesmos). Jesus diz que ao contrário do jugo dos legalistas devemos tomar o “seu jugo”, pois “tomar o Seu jugo é encontrar descanso para a alma”. O que Ele quer dizer com isso? Note que “achar” é “obter” – “eu lhes darei descanso” (vs. 28) e “vocês acharão descanso” (vs. 29).

Agora, ore a Deus em nome de Jesus, e, entregue a Ele o seu fardo, qualquer que seja.