sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Jesus e as nossas dúvidas


O Dr. Timothy Keller, em seu livro primeiro livro publicado no Brasil – “A fé na era do ceticismo” (2009), conta a história de Kelly. Ela experimentou que, enquanto lutava com a dúvida e com a fé, a passagem sobre Tomé (João 20.24-29) lhe trouxe grande conforto e alívio.
Diz Keller que Jesus exemplificou uma noção de dúvida mais nuançada do que a dos céticos e a dos crentes modernos. Quando confrontou o “incrédulo Tomé”, Jesus o desafiou a não se conformar com a dúvida (“crê!”), porém atendeu ao pedido do apóstolo para que fornecesse mais provas.

Em outro incidente, Jesus encontra um homem que confessa estar cheio de dúvidas (Marcos 9.24). O homem diz a Jesus: “...Ajuda-me na minha falta de fé!”, como querendo dizer – ajuda-me com as minhas dúvidas! Em resposta a essa admissão honesta, Jesus o abençoa e cura seu filho.

Em outra oportunidade, ainda, Jesus encontrou-se com discípulos de João Batista (Lucas 7.18-23), que apresentavam uma dúvida vinda do próprio precursor de Cristo – “És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?”. Note que João não guardou a dúvida para si mesmo, mas levou-a a Cristo.

Quer você se considere um crente ou um cético, eu o convido a buscar o mesmo tipo de honestidade de Tomé, João Batista... e a se esforçar para entender a natureza de suas dúvidas. O resultado superará qualquer expectativa que você possa ter.

Em resumo, assuma as suas dúvidas. Seja honesto ao analisá-las e busque entendê-las. Procure Jesus em oração. Reflita o que a Bíblia e outros livros sérios têm a dizer sobre elas.

Quais são as suas dúvidas, mesmo?

Você já levou a sua incredulidade a Jesus, em oração e reflexão?

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