quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Natal Inesquecível

Para muitas pessoas o Natal, 25 de Dezembro, é apenas um feriado, uma festa; um momento de ver as decorações, as luzes; uma oportunidade para dar e receber presentes. As famílias, em geral, se reúnem na véspera (dia 24) em torno de uma mesa, se confraternizam e desejam umas para as outras o famoso “Feliz Natal”.

Você já parou para pensar o que representa o natal?

Para o cristianismo o Natal significa: "A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe chamarão Emanuel, que significa: ‘Deus conosco’" (Mt 1.23, NVI). Jesus é o presente de Deus para a humanidade. Ele veio com o propósito de tornar-se nosso Salvador e Senhor. O próprio Jesus falou sobre sua missão: "...Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida." (Jo 8.12, NVI).
Como você pode tornar o Natal Inesquecível?

Ora, Jesus é a verdadeira Luz do Mundo. Deixe que o Seu Espírito ilumine a sua vida. Experimente a certeza de fé de ter Jesus, não só no Natal, mas, em todos os dias da sua vida.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ALEGRIA EM TEMPOS DE TRISTEZA


“Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se” (Fp 4.4, NVI)

William Hendriksen diz que para se obter um dos segredos da verdadeira bem-aventurança é preciso “deixar que reine a alegria interior”. Matthew Henry mostra que: "A alegria supera amplamente todos os motivos que teríamos para estar tristes".

Ora, vivemos nos dias atuais tempos de tristeza. Problemas cruciais nos assediam tenazmente dificultando a presença de uma alegria verdadeira e genuína. Nunca as pessoas tiveram tantas facilidades e nunca se sentiram tão infelizes.

O apóstolo Paulo enfatiza aqui a necessidade da alegria em nossas vidas. Não a alegria do palhaço, mas a real e verdadeira, de plena satisfação interior. Não a enfatiza repetindo apenas como um processo pedagógico ou como obediência à lei moral, mas com o propósito de regozijar-se sempre, sob quaisquer circunstâncias, não importando quão adversas elas sejam.

Pontua o reformador João Calvino: "A alegria do Espírito é inseparável da fé". Agostinho assim concebia a felicidade: "Há uma alegria que não é concedida aos ímpios, mas àqueles que te servem por puro amor: essa alegria és tu mesmo. E esta é a felicidade, e não outra. Quem acredita que exista outra felicidade persegue uma alegria que não é a verdadeira".

Hendriksen inquire o coração: “Pode alguém regozijar-se quando a memória de pecados passados aflige a alma, quando os que amamos sofrem, quando alguém está sendo perseguido, enfrentando possivelmente a morte?”.

Note que Paulo sofre por lembrar das perseguições que fez à igreja: “quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.” (Fp.3:6) “Porque ouvistes qual foi o meu proceder outrora no judaísmo, como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava.” (Gl.1:13); “Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.” (I Co.15:9).

Por certo lembrava-se, também, dos amigos que sofriam: "Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação, pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu" (Fp.1:19,30), mas, sobretudo, por ele mesmo que era prisioneiro e que tinha diante de si o enfrentamento da própria morte.

Contudo, Paulo se alegra e recomenda que outros façam o mesmo. A razão dessa alegria é JESUS – “alegrem-se... no Senhor”. Ele é a alegria dos homens! É a alegria de Paulo e de todos que o recebem.

sábado, 26 de setembro de 2009

A PRIMAVERA DA VIDA

7Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol. 8Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade. 9Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. 10Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade” (Eclesiastes 11.7-10).


A Primavera tem sido definida como a estação do ano que se segue ao inverno e precede o verão; a do hemisfério sul inicia-se no equinócio de setembro e termina no solstício de dezembro. Ela é associada à época do florescimento. É, também, um período em que a criação de Deus fica mais bela, presenteando as suas criaturas com flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento é a preparação para a reprodução de muitas espécies de árvores e plantas.

As Estações são mostradas na Bíblia como:

1) Obra do “Deus Criador”Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos” (Gn 1.14); “Até a cegonha no céu conhece as suas estações; a rola, a andorinha e o grou observam o tempo da sua arribação; mas o meu povo não conhece o juízo do SENHOR” ( Jr 8.7);

2) Obra do “Deus Soberano”“é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes” (Dn 2.21); contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria” (At 14.17).

O escritor de Eclesiastes faz uma advertência para se pensar na morte (inverno), mesmo quando se está no vigor da vida (primavera). Fala especialmente aos jovens e aos que tem vigor, uma vez que aqueles que estão na “primavera da vida” só pensam nos prazeres transitórios que ela proporciona e não na eternidade com Deus.

A razão do sábio realista pensar assim é que Deus está registrando cada pensamento, palavra e ação daqueles que estão na “primavera da vida”. Ora Ele trará a juízo para galardão dos crentes em Cristo e para perdição dos infiéis tudo aquilo que for feito – “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2Co 5.10). Ora, o juízo começará pelos crentes – Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (1 Pe 4.17).

Assim, a “primavera da vida” é um tempo alegre e bonito, mas também deve ser aproveitado para “lembrar-se do Criador” em temor.

E você amigo (a), tem sido fiel a Deus?

Como está o seu coração?

Gostaria de levar Deus mais a sério?

Entregue-se aos oferecimentos da graça de Deus em Cristo!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Onde estará Michael Jackson?


O cantor pop Michael Jackson (51 anos) faleceu na quinta feira 25/6/2009, devido a uma parada cardíaca provocada por medicamentos. Ele sofria de desmorfobia corporal, uma doença da mente que não aceita a forma do próprio corpo. Um de seus fãs quando soube do seu passamento disse que ele se juntaria a Elvis Presley, Jimi Hendrix e outros. Será?!?!?


A doutrina baseada nas Escrituras, diz que: “Os corpos dos homens, depois da morte, convertem-se em pó e vêm a corrupção; mas as suas almas (que nem morrem nem dormem), tendo uma substância imortal, voltam imediatamente para Deus que as deu. As almas dos justos, sendo então aperfeiçoadas na santidade, são recebidas no mais alto dos céus onde vêm a face de Deus em luz e glória, esperando a plena redenção dos seus corpos; e as almas dos ímpios são lançadas no inferno, onde ficarão, em tormentos e em trevas espessas, reservadas para o juízo do grande dia final. Além destes dois lugares destinados às almas separadas de seus respectivos corpos as Escrituras não reconhecem nenhum outro lugar (Gn 3.19; At 13.36; Lc 23.43; Ec 12.7; Ap 7.4,15; 2Co 5.1,8; Fp 1.23; At 3.21; Ef 4.10; Rm 5.23; Lc 16:25-24)”. (Conf. Fé Westminster, Cap. XXXII, I).


A Epístola aos Hebreus é cheia de contrastes. Na secção, do capítulo 9.23-28, mostra a excelência da obra sumo sacerdotal e Cristo. O Dr. Kistemaker (Hebreus, Cultura Cristã, 2003, p. 372) lembra que “[...] o escritor dessa epístola gosta das palavras uma só vez ; ele as usa oito vezes (6.4; 9.7, 26, 27, 28; 10.2; 12.26, 27)”. A morte e julgamento seguem um ao outro numa sequência lógica.


Pode-se aprender seguramente três lições:



A primeira é a Condição de todos os Homens“aos homens está ordenado...” (27). Esta é a condição ordinária de todos os homens “morrerem uma só vez” (cf. tb. 2Sm 14.14; Jó 30.23; Sl 49.10; Ec 8.8). É por causa do pecado que o homem está sujeito à morte física. Não pode viver como imortal ou acima das leis que regem a natureza física, uma vez que o pecado é universal – “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12)·


A segunda é a Obra Realizada de Jesus pelos Homens – “Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos...” (28a). Calvino (Hebreus, Parácletos, 1997, p. 220) diz que “[...] tudo o que se outrora se praticava teve fim com a vinda de Cristo”. O sumo sacerdote – Jesus Cristo, entrou nos céus uma única vez na presença de Deus e atua como advogado, intercessor, mediador e fiador.


É impossível que outros sacrifícios como o sangue de bodes e touros remova pecados: “...porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10.4). O sacrifício de Cristo tem efeito duradouro e o seu sangue purifica a Igreja de maneira que ela é capaz de apresentar-se incontaminada diante de Deus – “...Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.25-27).


A terceira é a tarefa da pessoa em relação a Jesus: “aparecerá [Jesus] sem pecado aos que aguardam a sua salvação” (28). A tarefa das pessoas é aceitar os oferecimentos de Deus e para isso é necessário fé e arrependimento.


Ora, Cristo veio "para levar o pecado de muitos” – Calvino (Hebreus, Parácletos, 1997, p. 249) diz que “[...] Ao dizer muitos, ele quer dizer todos com em Romanos 5.15. Naturalmente que nem todos desfrutam dos resultados da morte de Cristo; isso porém sucede em decorrência de sua incredulidade, que os impede de crer”. O reformador entende que não há uma discussão entre os termos muitos e poucos, mas que Cristo morreu em favor de outros e não de si próprio.


Cristo, ainda, “aparecerá sem pecado”. Calvino (idem p. 249) entende que o apóstolo está falando de algo mais específico, isto é, “que não haverá necessidade de fazer outro sacrifício para satisfazer a Deus”.


O que é necessária é a confissão. Ela é particular, pessoal, e, requer arrependimento dos pecados: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (1 Jo 1.9). Não é só confessar, mas também abandonar: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).


Diz Kistemaker (Hebreus, Cultura Cristã, 2003, p. 374): “[...] E o sangue de Cristo cancela o pecado: um pecador perdoado por Deus está diante dele como se nunca tivesse pecado”.


Vencer a morte é o que todos, em geral, almejam. O Senhor Jesus oferece a todos precisamente isto: primeiro, a salvação do pecado pela fé em seu sacrifício e, depois, a libertação da morte física pela ressurreição. Ele disse "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você crê nisso?" (João 11.25, NVI)